02 de setembro de 2009 (Bibliomed). A exposição ao monóxido de carbono, presente em altos níveis na poluição atmosférica das grandes cidades, principalmente por causa do tráfego, está associada a um maior risco de hospitalização de emergência de idosos com problemas cardíacos, segundo estudo recentemente publicado na revista científica Circulation. A análise de 126 comunidades urbanas dos Estados Unidos indicou que um aumento dos níveis de monóxido de carbono no ar de uma parte por milhão na exposição máxima diária em apenas uma hora estaria associado a 0,96% maior risco de hospitalização por doença cardiovascular entre pessoas com mais de 65 anos.
Os pesquisadores avaliaram registros médicos de 9,3 milhões de beneficiários do sistema de saúde americano Medicare e dados sobre a poluição atmosférica no período entre 1999 e 2005. E descobriram que a relação entre poluição e problemas cardiovasculares permanecia significativa mesmo quando os níveis de monóxido de carbono eram menos de uma parte por milhão – bem abaixo do Padrão Nacional de Qualidade do Ar Ambiental da Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos, que é de 35 partes por milhão.
Segundo a pesquisadora Michelle Bell, da Universidade de Yale, as descobertas sugerem um risco de saúde para os idosos que é sub-reconhecido ou subestimado. Por isso, um grupo de pesquisadores segue estudando as evidências científicas para determinar se um padrão baseado na saúde pode ser modificado e se há abordagens individuais que reduzam o impacto dessa relação.
Fonte: Circulation. 31 de agosto de 2009.
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Seminário sobre GESTÃO E CONTROLE...
TURMA SAÚDE 3 TEMA: CONTROLE E GESTÃO
GESTÃO E CONTROLE
GESTÃO E CONTROLE
Muito se houve falar sobre a gestão das empresas: - "Empresas bem geridas tendem ao sucesso!" ou - "Empresas quebram por falhas de gestão!” Com as transformações que se operam no mundo empresarial o tema gestão é sempre evocado. Como saber se a gestão da empresa está no rumo certo em relação aos objetivos traçados? Muitos falam, alguns escrevem, mas o pulo do gato é difícil de ser ensinado. Vamos chegar de mansinho ao misterioso desafio do final dos anos 90 que se estenderão ao terceiro milênio definindo algumas variáveis essenciais e checando elementos que podem ajudar nesta reflexão.No Brasil, a gestão da produtividade nas empresas vem se tornando cada vez mais crucial em um ambiente de crescente abertura externa e globalização dos negócios.Atualmente, sem produtividade ou sem a eficiência do processo produtivo, dificilmente uma empresa vai ser bem-sucedida ou até mesmo sobreviver no mercado. Dado o acirramento da concorrência, a gestão da produtividade está se tornando um dos quesitos essenciais na formulação das estratégias de competitividade das empresas.
O QUE É CONTROLAR?
A produção de Bens e serviços-com seu fluxo de entradas, transformações, - requer para ser eficiente e eficaz, enorme esforço de gestão. E quando se trata de gestão da produção, um tipo de serviço se destaca: o controle. Na sociedade moderna, onde os empregados são um dos ativos mais importantes de uma empresa, o entorno é decisivo. Portanto é importante poder prever qualquer perigo para a saúde no ambiente de trabalho para evitar danos. Deve-se também considerar o aspecto legal, pois muitas substâncias controladas são sujeitas aos valores de limite de emissão estabelecidos pelas autoridades. .Entre os perigos para a saúde que apresentados por estas indústrias podem-se nomear os relacionados com máquinas, processos químicos e tratamentos de superfícies.
A produção de Bens e serviços-com seu fluxo de entradas, transformações, - requer para ser eficiente e eficaz, enorme esforço de gestão. E quando se trata de gestão da produção, um tipo de serviço se destaca: o controle. Na sociedade moderna, onde os empregados são um dos ativos mais importantes de uma empresa, o entorno é decisivo. Portanto é importante poder prever qualquer perigo para a saúde no ambiente de trabalho para evitar danos. Deve-se também considerar o aspecto legal, pois muitas substâncias controladas são sujeitas aos valores de limite de emissão estabelecidos pelas autoridades. .Entre os perigos para a saúde que apresentados por estas indústrias podem-se nomear os relacionados com máquinas, processos químicos e tratamentos de superfícies.
terça-feira, 18 de agosto de 2009
A GRIPE SUINA
A gripe suína refere-se à gripe causada pelas estirpes de vírus da gripe, chamadas vírus da gripe suína, que habitualmente infectam porcos, onde são endémicas.[2] Em 2009 todas estas estirpes são encontradas no vírus da gripe C e nos subtipos do vírus da gripe A conhecidos como H1N1, H1N2, H3N1, H3N2, e H2N3.
Em seres humanos, os sintomas de gripe A (H1N1) são semelhantes aos da gripe e síndroma gripal em geral, nomeadamente calafrios, febre, garganta dolorida, dores musculares, dor de cabeça forte, tosse, fraqueza, desconforto geral, e em alguns casos, náusea, vômito e diarreia..[3]
O vírus é transmitido de pessoa para pessoa, e o papel do suíno na emergência desta nova estirpe de vírus encontra-se sob investigação. Contudo, é certo que não há qualquer risco de contaminação através da alimentação de carnes suínas cozidas. Cozinhar a carne de porco a 71 °C mata o vírus da influenza, assim como outros vírus e bactérias
Em seres humanos, os sintomas de gripe A (H1N1) são semelhantes aos da gripe e síndroma gripal em geral, nomeadamente calafrios, febre, garganta dolorida, dores musculares, dor de cabeça forte, tosse, fraqueza, desconforto geral, e em alguns casos, náusea, vômito e diarreia..[3]
O vírus é transmitido de pessoa para pessoa, e o papel do suíno na emergência desta nova estirpe de vírus encontra-se sob investigação. Contudo, é certo que não há qualquer risco de contaminação através da alimentação de carnes suínas cozidas. Cozinhar a carne de porco a 71 °C mata o vírus da influenza, assim como outros vírus e bactérias
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